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SEGUROS| 14.06.2021

O cuidado com grandes riscos aumenta após a pandemia

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Em formato digital, a MAPFRE GLOBAL RISKS realizou nos dias 9 e 10 de junho a 27ª edição das jornadas internacionais, em que participaram mais de 2.500 profissionais de 39 países, incluindo gerentes de riscos, gerentes e especialistas do setor. Equilibrar prêmios de seguros em um contexto em que os riscos são difíceis de gerir e podem se sobrepor torna mais complexo garantir os sinistros e a prevenção.

Em uma edição marcada pela constatação de diversos riscos decorrentes de uma pandemia como a da Covid-19, que teve início há mais de um ano, o seminário semestral MAPFRE GLOBAL RISKS destacou o compromisso com grandes riscos, aprofundando dois dos principais impactos para o setor: desastres naturais e eventos associados às alterações climáticas.

Cinco anos após o Acordo de Paris, a manutenção da previsão do aumento de 3 ºC na temperatura do planeta até 2100 representará uma maior frequência de sinistros e danos, além da maior procura por seguros. Uma mesa redonda específica, moderada por Javier San Basílio, Diretor de Subscrição da MAPFRE RE, concentrou-se no aumento das catástrofes de médio porte e no impacto delas na indústria.

Outra grande ameaça são os ataques cibernéticos, que aumentaram à medida que o mundo se tornou cada vez mais digital em decorrência dos próprios acontecimentos. Os seguros e a proteção contra riscos cibernéticos, caso específico em que os danos dificilmente podem ser corrigidos quando ocorrem, são cada vez mais procurados e necessários para proteger grandes empresas.

A MAPFRE compartilhou sua experiência em uma mesa redonda específica e enfatizou a necessidade de um plano robusto de crise e continuidade do negócio, bem como a transparência para enfrentar tais situações. Recentemente, a Agência Espanhola de Proteção de Dados encerrou a investigação e salientou o desempenho diligente e transparente da empresa.

 

Transformação e adaptação 

Para Francisco Marco, Presidente da MAPFRE GLOBAL RISKS, os elementos que condicionarão o futuro do setor são, principalmente, a evolução da pandemia e seu impacto econômico; a utilização de ferramentas avançadas de processamento e perícia de sinistros; a capacidade de transformação das organizações e os avanços nas novas tecnologias, que acompanharam o aumento exponencial dos canais digitais da nova realidade.

Por sua vez, Bosco Francoy, CEO da MAPFRE GLOBAL RISKS, mencionou a reinvenção resultante da pandemia, o contexto atual em que persistem os obstáculos que impedem todos os países de avançar igualmente e as reações diferentes dos clientes do setor de seguros e resseguros. O agente de risco teve “um papel muito complexo”, reconheceu.

 

Desafio para gerentes de riscos

Esses meses representaram um grande desafio a agentes de riscos, para além do mercado segurador como um todo, e levaram a uma aposta na comunicação que também se refletiu na interação dentro das organizações. A agilidade tem sido essencial para se adaptar à nova situação.

Em uma mesa redonda moderada por Paola Serrano, Diretora Regional para Latam e Internacional da MAPFRE GLOBAL RISKS, os especialistas concordaram sobre a importância e o aprendizado do momento, o cuidado com a equipe, o alinhamento feito, evitar a solidão e isolamento para contar com equipes eficientes e motivadas.

A especialização (por ramo de atividade, na gestão de programas internacionais e de motivação, e um serviço de engenharia capaz de fornecer soluções e aconselhamento), a capacidade de gestão local e de fornecer uma oferta abrangente; a agilidade e a flexibilidade baseadas na presença global do grupo e alianças em mais de 100 países; a eficiência operacional e o compromisso de longo prazo, unidos à capacidade financeira solvente do grupo, sustentam a proposta de valor da MAPFRE.

 

“Por mais que o mundo mude, sempre haverá opções de seguros para proteger os ativos”, refletiu o Presidente da MAPFRE, Antonio Huertas, na sessão de encerramento.

Durante estas jornadas, foi destacada também a necessidade de o cliente empresa receber um acompanhamento por parte das seguradoras nas atividades internacionais. Santiago Martín, Subdiretor Geral de Empresas da MAPFRE España, moderou uma mesa redonda com a participação de representantes de grandes associações do setor na Espanha, em que se discutiu a continuidade da restrição das condições de seguro dos programas da grande empresa.

O papel desempenhado pelo broker, “buscando e escolhendo a melhor solução para cada cliente”, bem como a importância para as organizações de implementar uma política de gestão de riscos adequada, foram valorizados.

Por fim, o CEO Bosco Francoy aproveitou a ocasião para se despedir de Alfredo Arán, Diretor Geral de Negócios Globais e Corretores da MAPFRE IBÉRIA, que está próximo de se aposentar e foi um dos promotores de Grandes Riscos no grupo.

 

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