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INOVAÇÃO| 31.01.2022

Hypes do talento e da transformação cultural: As pessoas como motor da mudança

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O auge da digitalização e dos avanços nas novas tech aceleraram as necessidades de mudança e adaptação. Em plena era da digitalização, em que a tecnologia e as metodologias de trabalho evoluem sem parar, as organizações, e grandes empresas como a MAPFRE, presentes nos 5 continentes, procuramos preservar o talento e assentar a gestão da mudança de maneira eficaz pensando nas pessoas.

Qualquer transformação é realizada através das pessoas, pois são elas que marcam a diferença e impulsionam as mudanças.

No episódio de código insur_space, Marcos García Cuadra, engenheiro de telecomunicações e atual parceiro de RH em People Excellence, reflexiona com Joan Cuscó, diretor global de Transformação da MAPFRE, sobre as tendências que continuam vigentes e os obstáculos encontrados não no caminho em direção ao sucesso, mas no da sobrevivência.

Como inovadores que eles são, abundam em “hypes”, como são conhecidas as tendências que prometiam muito e que, por serem tão utilizadas ou por serem modas, perderam em muitos casos seu valor, mas que, por sua vez, se forem bem empregadas, são essenciais para alcançar uma transformação nas pessoas e nas organizações.

Na atualidade, 77% dos líderes empresariais assevera que é necessário treinar os trabalhadores em novas competências (reskilling) e os profissionais procuram cada vez mais trabalhar em empresas que apostem pelo seu treinamento. Em alguns casos, as Metodologias Agile foram reduzidas ao ponto de pensar que basta com colocar um post-it em uma lousa para que elas sejam consideradas aplicadas, sem aprofundar em quando ou por quê. Aquelas conhecidas como “soft skills”, tão essenciais quanto a empatia, a criatividade ou o trabalho em equipe ganharam força e é importante se perguntar em que medida podemos encontrar oportunidades para seu desenvolvimento através de métodos disruptivos.

Reskilling, soft skills, metodologias Agile ou diversidade são alguns destes pontos de interesse sobre os quais Marcos García Cuadra e Joan Cuscó focam para antecipar as mudanças que se aproximam em um cenário tão dinâmico quanto desafiante.