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SUSTENTABILIDADE| 07.07.2021

Equidade de gênero: um debate necessário

Simone Negrão. Advogada Acadêmica da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP). Graduada pela Universidade de São Paulo (USP), com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP) e especialização em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Participou do Programa de Desarollo Directivo (PDD) pela Fundación Mapfre e Universidad de Alcalá. Cursou o Program for Management Development (PMD), da IESE Business School, na Universidade de Navarra / Espanha.

Tenho visto diversas manifestações e iniciativas relacionadas à equidade de gênero, especialmente em datas comemorativas, como no “Dia da Mulher”. Apesar da importância de relembrar, refletir e debater sobre o protagonismo da mulher, essa é uma conversa que não deve ficar restrita a uma data. Precisamos trazer o tema para o dia a dia.

Do ponto de vista das empresas, muitas já estão desempenhando o seu papel, promovendo discussões e estimulando executivos e demais colaboradores a exercer direitos e oferecer benefícios igualitários, independentemente do gênero e, assim, impulsionar uma mudança social.
Porém, ainda há muito a ser feito. O maior desafio das empresas é vencer os preconceitos e o viés inconsciente, que podem atrapalhar a escalada das mulheres em direção aos cargos de liderança.

Por outro lado, e por conta de todo o histórico de desigualdade feminina, as mulheres acabam por não se enxergarem prontas para se candidatarem a postos de liderança estratégicos, mesmo quando possuem todas as capacitações e conhecimento para tal.

Ao longo dos anos, a MAPFRE tem se empenhado para assegurar a igualdade dentro da companhia. Ao assinar um pacto com a ONU Mulheres, a empresa assumiu publicamente seu compromisso de impulsionar o desenvolvimento feminino.

Aqui na MAPFRE Brasil, as mulheres representam mais de 60% dos colaboradores, sendo que 40,22% delas estão em cargos de liderança. Só em 2020, 252 mulheres foram promovidas no país e isso representa 59% de todas as promoções.

As ações da MAPFRE voltadas ao público feminino estão alinhadas ao compromisso mundial da empresa com o quinto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (Igualdade de oportunidades), que visa a alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.

Para assegurar a meta global da companhia, a qual estabelece que 45% das vagas em liderança sejam ocupadas por mulheres em 2021, a MAPFRE Brasil iniciou o 1º Programa de Liderança Feminina. Trata-se de um curso composto por seis módulos com temas que vão da jornada de desenvolvimento até conexões estratégicas e liderança em rede. O objetivo dessa iniciativa é também impulsionar a formação de líderes mulheres na companhia.

Outra iniciativa focada na equidade e liderada por mim é a Comissão de Gênero, que conta com a presença do CEO, do Diretor de RH e de executivas das mais diversas áreas da companhia. Somos responsáveis por analisar, criticar e aprovar as propostas sugeridas, bem como ser guardiões da cultura de equidade de gênero na empresa. Despertar o potencial das mulheres para ocupar cargos de gerência e diretoria, construindo os alicerces para fortalecê-las.

Os homens possuem um papel importante dentro da MAPFRE neste movimento. Para que as mulheres consigam alcançar a liderança é importante nos basearmos no “He for She”, que significa que o apoio e o incentivo de homens líderes são essenciais para quebrarmos as resistências que ainda afetam o crescimento profissional das mulheres. Afinal, equidade de gênero é uma questão para ser debatida e assumida por todos.

Na MAPFRE, eu asseguro que somos #NósPorTodasMAPFRE.