MAPFRE
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SUSTENTABILIDADE| 05.06.2024

A MAPFRE reduziu sua pegada de carbono global em 25% graças à diminuição de combustíveis fósseis e viagens de negócio e ao aumento de renováveis e trabalho remoto

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  • A pegada total relacionada às viagens de negócios diminuiu em 58%, graças à nova política do Grupo, que encoraja a mobilidade sustentável.
  • A frota de veículos da MAPFRE tem como objetivo ser 100% híbrida e elétrica até 2030.
  • A seguradora adquiriu 67% da eletricidade com certificados de garantias de origem 100% renovável.
  • Suas 4.700 placas fotovoltaicas permitem reduzir anualmente 3 GWh na sede central da entidade, na Espanha.
  • Comprometeu-se a ser neutra em todos os países em 2030.

A MAPFRE superou todos os objetivos de redução que haviam sido estabelecidos para reduzir a pegada de carbono gerada com sua atividade. A seguradora diminuiu sua pegada de carbono global em 25% em relação a 2019, representando 17 pontos e meio acima da meta estabelecida para 2023 (7,5%).

Esta redução se deve ao esforço realizado pelo Grupo para continuar avançando em direção à descarbonização da economia, não apenas através do investimento e da assinatura, mas também com medidas para diminuir a pegada de suas operações diretas. Entre elas, destaca-se a restrição de combustíveis fósseis e eletricidade, a utilização de fontes de energia renovável, como a solar, a substituição de sua frota de veículos convencionais por híbridos ou elétricos, e a redução das viagens de negócios e os deslocamentos de seus funcionários até os centros de trabalho.

Menos combustíveis fósseis

Em 2023 o Grupo adquiriu 67% da eletricidade com certificados de garantias de origem 100% renovável, graças aos contratos de compra de eletricidade verde com os quais atualmente contam países como Espanha, Alemanha e Paraguai (100%), Portugal (99%), Brasil (80%), Turquia (48%), Itália (48%), Peru (43%) e Estados Unidos. (23%), e que implica que todos eles façam maior uso de energias limpas e que exijam menor queima de combustíveis fósseis na geração dessa eletricidade. A esse respeito, é importante destacar que a empresa se comprometeu a que 100% do consumo elétrico até 2030 provenha de energias limpas.

Além disso, a empresa reduziu em 31% a pegada de carbono vinculada principalmente ao consumo de combustíveis, superando amplamente a meta estabelecida de 3%, em maior medida devido à substituição progressiva da frota própria de veículos, com motores de combustão convencional por veículos híbridos ou elétricos, que em 2023 representaram 22% e que tem como meta 100% até 2030. Ainda, o uso de aquecimento sustentável permitiu à entidade substituir caldeiras de diesel e gás natural por bombas de calor elétricas.

Mobilidade: menos viagens de negócio

A pegada de carbono indireta, principalmente associada à mobilidade dos funcionários, também foi reduzida, especificamente em 19% em comparação com 2019, um dado que excede amplamente a meta estabelecida (7% para este ano) e que significa um avanço importante neste sentido, pois tanto as viagens de negócio quanto os deslocamentos diários até o centro de trabalho, mais conhecido como “commuting”, representam mais de 68% das emissões totais.

Esta queda influenciou a nova política de viagens aprovada pela empresa no final de 2022 e que busca eliminar os deslocamentos desnecessários e promover o uso de transporte sustentável, como por exemplo o uso do trem de alta velocidade ao invés do avião. Ambas as medidas contribuíram para reduzir a pegada de carbono procedente das viagens de negócio em 2023 em 58% em relação a 2019, superando de forma significativa o objetivo previsto de 4% para o ano 2023. Os países que mais a reduziram são Venezuela (97%), Paraguai (95%), Honduras (94%), Equador (91%) e Colômbia (90%).

Os modelos de trabalho híbridos (no local e remotos) continuam a ganhar força no Grupo em 2023, com a pegada de carbono do deslocamento em 2023 diminuindo em 3% em comparação com 2019, o que está abaixo da meta de 8% definida para 2023.

22% a menos de energia

Em 2023, o consumo de energia do Grupo MAPFRE, vinculado ao consumo de energia dos edifícios e da frota de veículos, foi reduzido em 22% em relação a 2019, superando amplamente a meta de 11% para 2023. Essa redução se deve, principalmente, à implantação de modelos híbridos de trabalho, à otimização de espaços de trabalho, aos investimentos de eficiência energética e à renovação de frotas de automóveis para motores ECO e mais eficientes. Os países que mais contribuíram para esta redução são Brasil (70%), Guatemala (64%), Turquia (47%), Colômbia (45%) e Estados Unidos. (35%).

Mais painéis solares

Atualmente, o consumo elétrico representa mais de 68% do consumo energético do Grupo. Em 2023, a energia elétrica adquirida total foi reduzida em 21 GWh, representando 19% a menos em relação a 2019. Os países que fizeram maior esforço para reduzir o consumo elétrico são Brasil (57%), Turquia (51%), Estados Unidos. (50%), Colômbia (47%), Alemanha (46%) e Equador (35%).

É importante mencionar o impacto da instalação de painéis solares na Espanha, com 4.700 painéis fotovoltaicos, que geraram 1,6 GWh na sede da entidade em 2023. Com a geração de energia solar total na Espanha, que alcançou os 3,27 GWh em 2023, foram adicionados outros países como México, República Dominicana, Itália e Peru, que já geram 0,25 GWh entre os quatro.