@pedrodiazyusteth

Quando, em março de 2020, a Savia, a plataforma de telemedicina da Mapfre, ofereceu seu serviço aberto a toda a população, enfrentamos grandes desafios tecnológicos e humanos. O objetivo era oferecer um serviço de alta qualidade com todas as garantias e em tempo recorde.

Três são as grandes lições aprendidas desse processo acelerado de transformação digital:

Do ponto de vista do usuário, entendemos a importância da prevenção, desenvolvendo novos produtos voltados para o atendimento ao paciente em casa e novas funcionalidades da telemedicina como a possibilidade de optar pela prescrição online.

Do ponto de vista tecnológico, oferecer uma plataforma flexível e robusta que permitisse desenvolvimentos praticamente em tempo real. Por exemplo, durante o mês de março e em poucos dias, quase 200 médicos da Mapfre aderiram à plataforma para oferecer o melhor atendimento.

Do ponto de vista do produto, colocar o usuário no centro da estratégia e ouvir suas necessidades o tempo todo. Graças a esta escuta ativa, criamos produtos, como o programa nutricional que combina nutrição e esporte, ou o pack especialmente desenhado para corredores.

 

Quais são os próximos desafios que enfrentaremos na telemedicina?

Otimizar todas as mudanças que implementamos, aumentar a capacidade dos nossos sistemas e reduzir a sua variabilidade são alguns dos mais relevantes, mas existe um desafio maior que está relacionado com a digitalização do utilizador: as soluções de saúde digital terão que se esforçar mais e mais para facilitar uma experiência do usuário mais proativa e consistente.

Para isso, estamos trabalhando em projetos onde o mundo wearable será um grande avanço e a integração da experiência digital com a experiência presencial acabará gerando uma experiência de gestão da saúde mais completa.

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