A Mapfre contratou um empréstimo sindicado no montante de 500 milhões de euros por um prazo de cinco anos, com possibilidade de prorrogá-lo duas vezes mais, por um período de um ano cada uma. Esta operação substitui um crédito prévio com um volume maior, de 1 bilhão, o que otimiza sua estrutura de financiamento sem comprometer seu acesso à liquidez; sendo o restante das condições financeiras idênticas às do anterior.
Assim, o Grupo reforça sua aposta pela sustentabilidade, já que este novo financiamento está vinculado a dois indicadores ambientais que são relevantes e materiais, e que estão alinhados com a estratégia e os objetivos públicos do Grupo: a compensação da pegada de carbono nos países onde está presente e a redução das emissões totais da carteira de renda fixa corporativa e renda variável em 43% em 2030 (em comparação com 2022).
De fato, para definir a taxa de juros é levado em consideração não apenas o rating de crédito da Mapfre, mas também a evolução destes parâmetros de sustentabilidade.
O financiamento foi negociado com um grupo de bancos, sendo os bookrunners Santander, BBVA e Bankinter. Além disso, o Santander atua como coordenador e agente sustentável. Também participaram Citi, Barclays, BNP Paribas e Crédit Agricole.